Aaaah! Segunda-feira! =D

Agosto 10,2009

Finalmente ela chegou!
Nada como acordar de madrugada, tomar banho gelado por conta do chuveiro queimado, beber café requentado com gosto de bosta e coado na meia de mendigo, pegar busão lotado e  uma tiozinha tossir e pigarrear na sua orelha com aquele bafo matinal, brincar de tetris humano no metrô lotado amassando toda a camisa, ter como o único lugar vago na lotação o 1/4 de banco que a balofa metida a sexy deixou propositalmente pra te passar um xaveco, chegar atrasado na reunião, descobrir que um vírus na rede detonou o relatório que você demorou 1 mês pra fazer e iria apresentar hoje…
E nem chegou ao meio-dia ainda!
Aaaah… Eu adoro a segunda-feira!

:: Ouvindo “Vai toma no cú – Cris Nicolotti” ::

O saco do travesti

Agosto 5,2009

Aconteceu hoje, voltando do almoço.
Estava de carona com um amigo aqui da empresa e passávamos por São Bernardo. Eu estava no banco de trás conversando com o Pedro. O carro parou num semáforo e eu, distraído, olhei para o lado.
Não entendi de imediato o que estava vendo.
Era uma bunda, sem dúvida nenhuma, semicoberta por uma microssaia. Só que ao final da caneleta central, ao contrário do que se poderia esperar de uma bunda tão feminina e delicada, havia um saco.
Sim, um saco!
Tratava-se de um travesti que, debruçado sobre a janela do carro vizinho, deixava na minha cara aquela visão horrenda. E ainda bem que havia um vidro entre nós.
Levei um susto, olhei depressa para o lado, mas já era tarde: surgia mais um trauma.
O Big Mac tá revirando até agora no estômago.
Blagh!

:: Ouvindo “Garrafada do Norte – Bezerra da Silva” ::

Cof, cof, cof…
Calma gente, não é gripe suína não.  É poeira mesmo. Muuuita poeira.
Faz tempo ein?! A quase 1 ano estou esboçando um retorno aqui.
Pra falar a verdade nunca me afastei.
Sempre visitava e flertava com a tela em branco. O medo de tornar público algumas coisas me freava.
Era para estar morto.
É isso mesmo que acabou de ler. Mortinho da Silva, gelado, com flores amarelas sobre mim e a 7 palmos do chão.
Este foi o motivo. Mas felizmente foi resolvido com o tratamento.
Talvez um dia eu coloque aqui a história toda.
Depois de muito refletir, estava de mãos dadas com o destino que acabara de gargalhar, ao me ver perdido em desatinos: “É negrim, seu destino é a solidão.”
É… Doença, meia dúzia de relacionamentos, finais bruscos e terríveis. Com certeza eu era o problema, e disso não tive dúvidas.
Me resguardei. Resolvi ficar triste e escrever poesias ao invés de postar o cotidiano.
Poeta triste é sensacional, já dizia meu mestre Júlio: “Entristeça, mesmo que de mentirinha. Aí você vai ver o que é escrever uma poesia com a alma e o sofrimento digno de um amor ingrato!”
Estava em uma época de poucos amigos. Trabalho estável e lucrativo. Mercado novo, reuniões e comprometimentos. Universidade finalmente engrenada em um curso delicioso e fluente. Mas poucos amigos. Conhecidos e convenientes muitos, isso não tem como escapar. Porque de trabalho, estudos e vizinhanças convivendo de aparências, sempre.
A alguns meses decidi voltar a escrever. Escrever valendo, colocar em palavras as minhas angústias, solidões, medos e passados. Antes eu escrevia para meu computador. Depois de um tempo, tentava voltar ao blog.
Ah, lembro que era uma delícia escrever neste espaço! Antigamente somente alguns amigos o liam, coisa bem íntima e pessoal. Contava muito da minha vida. Eram contos tristes, alegres, descontraídos, perdidos em pensamentos.
Apenas a vida pedindo socorro.
A cada dia, eu me perdia aqui em controvérsias e desatinos da minha incompatibilidade vivencial. E assim me arrastei por longos meses. Problema que a coisa começou a ter audiência inesperada. Pessoal da universidade, amigos que há tempos não via, familiares. Todos meus familiares! Conheceram muito de mim por ali. E isso minou minha intimidade com o blog.
Mas uma coisa eu digo: este blog me salvou.
Reler, dar sentido, expressar, reconhecer e ser reconhecido.
Isso não pode parar. Nem deve.
Escrevi muita coisa neste meio tempo e chegou a hora (até passou!) de posta-los aqui.
Tô mais cheio de novidade que penteadeira de puta.
Preparem-se. A poeira foi sacudida.
O bom filho a casa torna.

:: Ouvindo – “Sutilmente – Skank” ::

Que os jogos terminem

Setembro 4,2008

Olá galera!!!
Depois de um tempo sem dar as caras por aqui, volto com novas situações “In vitro” que só aqui você encontra. =P
No meu último post eu comentei com o Carlos que iria escrever algo sobre a olimpíada. Estava inspirado! Todo aquele espírito esportivo, aquelas pontuações que ninguém entendia porque, as vitórias pé-no-saco do Phelps, os olhos inchados e remelentos pela manhã do pessoal no trabalho que varou a madrugada na esperança de ver o Brasil conseguir uma medalha, e por aí vai.
Eu sabia que não iriamos conseguir tantas medalhas, mas não pensei que seriam tão poucas!!!
Talvez no judô ou quem sabe daquelas rãs de um metro e meio da ginástica olímpica… Mas o vôlei de praia deu raiva. Melhor nem comentar.. Ou melhor, vou comentar/perguntar uma coisa só: Pra que tem aquela finalização na ginástica olímpica? Alguém sabe?
Não vejo nexo nenhum pra depois do cara rodopiar umas trocentas vezes no ar, parar, levantar os braços, virar e dar um sorrisinho!? (Mesmo depois daquele salto triplo “bundado” do Hipólito, rs)
Vou tentar propor que nas próximas olimpíadas aquela finalização esteja em todas modalidades… Seria engraçadíssimo! Já pensou a cada ponto marcado no vôlei todos fazendo aquilo? Ou no judô? Baseball? Iatismo? Natação? Affff… Trevas!
E já que vai esculhambar logo a coisa toda, por que não novas modalidades? Tipo, arremesso de amendoim japonês, corrida de costas, luta na lama? Ahm? O que acham?

Furtos S.A.

Junho 18,2008

Já que comecei a semana falando de furto, assalto, roubo, latrocínio e outras derivações aqui vai uma dica (in)útil:
Quando vocês entrarem em um site qualquer que tenha aquele java imbecil que inibe as ações do botão direito do seu mouse, afanem as imagens do cara só de sacanagem. Eu ensinei a uma tribo de esquimós aqui no trampo há algum tempo atrás, como é possível fazer isso analisando o código-fonte do sujeito. Mas como eu sei que aquele esquema nem sempre é fácil de ser compreendido por quem não tem conhecimentos de HTML, vou postar agora um pequeno resumo do mundialmente conhecidíssimo…

É muito fácil. Todos os chimpanzés do zoológico já sabem como esse método funciona. Basta que vocês sigam os passos abaixo que não tem erro. Vamos lá:

1) Clique com o botão esquerdo sobre a imagem que deseja surrupiar.
2) Arraste-a com o botão ainda clicado até a barra de endereços, que como o próprio nome diz, é o lugar onde você digita os endereços dos sites que pretende acessar.
3) Largue o botão esquerdo. Você não vai ficar pressionando essa merda até o dia do Juízo Final, ou vai?
4) Aguarde até que a imagem carregue sozinha no navegador.
5) Prossiga com os procedimentos normais para salvar imagens: clique com o botão direito, escolha SALVAR FIGURA COMO e finalmente pegue a porra da imagem.

CURIOSIDADE: Você vai reparar que na barra de endereços irá aparecer um longo endereço, que é todo o caminho que o seu navegador percorre dentro do computador que hospeda o site para que a figura seja carregada em seu micro. No entanto, se sua máquina estiver puxando a figura que você queria afanar diretamente do próprio cache, o endereço que vai aparecer lá em cima é o caminho até a sua pasta de arquivos temporários da Internet, o que significa que você já havia surrupiado a tal imagem faz tempo e nem sabia.
MORAL DA HISTÓRIA: Esse java é um cú e colocá-lo no seu site é, além de antipático, um sinal de falta de inteligência.
Viu?! É mais fácil que furar olho de recém-nascido. Hehehe

Ai, ai… Tô estressado. Cansei desta bosta de trabalho e cansei de ficar olhando pra esta tela besta de computador. Há um mundo lá fora. Tchau.

:: Ouvindo “Mar de gente – O Rappa” ::

Pega ladrão!

Junho 17,2008

Eu estava passando para pegar meu celular na assistência técnica ali na Rua Tuiuti, no Tatuapé, aqui em Sampa, perto da Silvio Romero ,do shopping e de uma praça, quando eu vi um cara barbudo de uns 30 e poucos anos mais ou menos, com uma mochila, jogando uma pessoa mais gordinha e menor contra o muro de uma casa, numa descida, e sair correndo. Pensei: “Caralho!!! Olha a treta dos manos!“. Nisso sai um negão a milhão de dentro de uma casa, atravessa a rua na minha frente que nem um desesperado, dando umas passadas de corredor de 100 metros rasos, usando umas luvas daquelas grossas, que a gente usa pra mexer em arame-farpado, e intercepta o barbudo na calçada, dando uma voadora. Foi quando eu escutei berrarem assim: “Pega ladrão! Ele roubou minha carteira!!!“. Olhei pro lado e vi que era a pessoa que havia caído no chão, e que era uma velhinha de uns 75 anos. Tudo isso muito rápido, só de virada de cabeça.
Olhei a muvuca que fica ali perto do shopping e vi o barbudo escapando do negão. Daí bateu em mim aquela coisa louca que bate na gente quando a gente vê filhadaputices desse naipe e eu corri numa praça pela contramão, fazendo um atalho, ultrapassando a correria dos caras e empurrando um carrinho de hotdog na frente do barbudo, que parou e puxou uma faca pro negão, daquelas que a galera usa pra almoçar em boteco, com ponta e serras, cabo branco de plástico.
Na mesma hora eu puxei pra fora da bolsa com um guarda-chuva, berrando pro cara largar a faca, senão eu ia arrepiar a cabeça dele com ele. Ele arregalou os olhos pra mim, eu achei que ele ia vir pra cima, e já me preparei pra arrebentar a jaca dele com uma cacetada absurda, quando o negão aproveitou a hesitação do barbudo e picou uma outra voadora nele. O cara jogou a faca longe e largou a mochila e a blusa de lã pra sair correndo, e eu e o negão cercamos ele no muro, sem chegar perto. Eu com o guarda-chuva na mão e o negão só na voadora. Nisso, do nada, aparece um camarada meu de moto e pergunta: “Porra PH, o que tá havendo?!?“. Eu falei pro cara que era um ladrão que havia roubado uma velhinha. Meu camarada sumiu.
Daí o barbudo correu pro outro lado da praça e ficou de longe olhando e xingando a gente, ele queria a mochila e a blusa dele de volta, eu acho. Nesse momento apareceram dois caras de terno e gravata (eu também tava, mas foda-se), segurando a velhinha, que disse que ela havia conseguido pegar a carteira dela de volta. Olhamos pra ela e vimos que ela estava com um puta talho na mão esquerda, ele cortou a palma da mão dela de lado a lado, e bem fundo. Saía muito sangue e estava cheio de areia. Ela tremia que nem vara verde. Eu olhei pro negão, pros caras de terno e todo mundo olhou pro barbudão que olhava tudo do lado de lá da praça. Não deu outra.
Disparamos atrás dele, os três, enquanto o outro cara de terno amparava a velhinha. Eu peguei minha bolsa e joguei nas costas pra correr mais rápido e o barbudão passou sebo nas canelas. De repente um taxista que vinha do sentido oposto, se ligando na parada, jogou o carro em cima do barbudo e fez com que ele fosse obrigado a subir na calçada, justamente onde o negão acabava de surgir. Os dois se agarraram, e o barbudo dava porrada da mesma maneira que levava. Foi quando eu colei por trás e dei uma puta joelhada no baço do barbudo. Ele deu uma desequilibrada, e o negão pregou-lhe uma porrada entre os olhos. Quando ele deu uma recuada e abaixou um pouco e eu dei outra joelhada na cabeça dele, coisa de ninja, estilo Chute no Vácuo com Joelhada. O mano de terno chegou em seguida, porque correr de terno e sapato social é foda. Eu dei muita porrada nele, e o negão também. O cara simplesmente não caía. Nessa hora aparece de novo meu camarada de moto, com o capacete na mão, ele desceu da moto e sentou uma capacetada na cabeça do barbudo, que foi o que fez ele cair.
Quando ele caiu, meu camarada deu umas duas bicas no estômago do cara e a gente aglomerou. Eu pisei no pescoço dele e o negão ajoelhou nas costas dele. O cara de terno segurou as pernas. Daí eu corri na esquininha que tinha um cara vendendo umas frutas e peguei um pedaço daquelas cordas de feira pra amarrar o ladrão. Amarrei-o e os caras de terno chamaram a polícia pelo celular. Os policiais chegaram em menos de 5 minutos, muito rápido. Um pouco depois colou uma segunda viatura.
A esta hora a rua que antes estava vazia, já estava lotada de gente em volta do cara amarrado no chão, que nem garrote de rodeio, com os calcanhares presos aos pulsos, em posição fetal. Apareceu a filha da velhinha dizendo que ela já estava no sofá tomando água com açúcar e com o sangramento do corte estancado, embora ela provavelmente fosse precisar de uns pontos e eles teriam que ir pro hospital. Junto com ela apareceram dois irmãos que eram vizinhos dela e um deles era policial militar e estava em casa de folga.
O barbudo olhava pra minha cara, pra do negão e pra dos caras de terno, tipo dizendo assim “Marquei vocês“. A essas alturas meu amigo já havia sumindo de novo, que nem peido. A polícia o desamarrou e o algemou, me devolveram a corda e eu aproveitei e dei o fora. Como ninguém disse que eu ia precisar ir pra delegacia, eu aproveitei antes que tivessem essa idéia e vazei da área, junto com o negão, que eu fiquei sabendo que era eletricista e estava trocando uma fiação numa casa ao lado da rua em que a velhinha fora assaltada.
Eu só fui me dar conta de que estava com o joelho detonado depois. Sorte que eu estou usando um tensor desde ontem, senão acho que teria acabado de foder. Se bem que agora eu já tou sentindo novamente umas pontadas que haviam passado. Na hora em que o sangue sobe a gente se esquece até de que está machucado, é impressionante isso.
E a semana tá só começando… É mole?

:: Ouvindo “Depper Underground – Jamiroquai” ::

Ida ao banco

Junho 10,2008

Estou prestes a completar 26 anos, velho, caralho, e ainda não consigo entender minha conta bancária. Mas, não tem jeito. O mundo capitalista atual não permite moçoilos com síndrome de Peter Pan.
Dias atrás fui a uma agência bancária abrir uma conta corrente porque a merda da empresa mudou de banco e fez o favor de perder as cópias dos documentos necessários.
Preenchi os cadastros, escolhi a senha de seis dígitos e tudo mais, mas, quando fui escolher outra senha, de quatro dígitos, o sistema não estava no ar e me pediram para voltar outro dia.
Voltar outro dia é a pior coisa que podem me pedir, pois sair do meu trabalho é uma missão dificílima.
Não dá nada, sexta-feira consegui uma meia horinha para novamente ir à agência. Chegando lá, já estava meio irritado porque tinha uma fila da porra e ameaçava a cair uma chuva daquelas. Cheguei um pouco ensopado de água, apesar do guarda-chuva, e de suor, (eca!) devido à pressa em voltar ao trabalho. Entrei e uma simpática estagiária dispôs-se a me atender. Disse que queria escolher a senha de quatro dígitos e, também, colocar uma conta para débito automático.
— Deixa comigo!
Sentei-me, escolhi os dígitos e só faltava pôr a conta em débito automático. Ela preencheu um contratinho, eu assinei e pediu-me licença para conferir a assinatura.
Então, demorou, demorou, demorou… demorou e voltou quase depois de vinte minutos. Devolveu-me o contrato para que eu assinasse novamente, visto que a assinatura não batia. Achei muito estranho, mas não questionei e assinei.
Então, ela demorou, demorou, demorou… demorou e voltou com o gerente.
— Raphael, é seu nome, né? Com “PH”?
— Olha, parece que há um problema com a sua assinatura. Não está batendo com a do contrato que você assinou quando veio abrir a conta. Sua conta é nova?
— Não, abri semana passada, e a assinatura é a mesma, não mudou — falei.
— Bom… quem abriu a sua conta?
— Foi aquela loira ali, que está atendendo àquele senhor.
E foi lá chamar a loira.
Conversamos todos e ela não se recordou de mim. Otimo!
— Putz, mas eu vim aqui na semana passada! Não se lembra mesmo?
— Me desculpe, mas são muitos clientes…
— Caramba… Se lembra que enquanto me atendia chegou um homem com uma barba muito estranha? Raspada no rosto, mas comprida uns três centímetros na parte do pescoço?
— Ah, dele eu me lembro, mas de você não.
E o gerente:
— Pode me emprestar seu RG e o cartão?
Pegou os dois, mais o contrato que eu tinha acabado de assinar, e partiu em direção à mesa dele. Deixou as coisas lá e foi ao fundo banco. Retornou cinco minutos depois com o contrato da abertura da conta. Comparou as assinaturas por um mísero instante, então falou:
— Tudo bem, pode liberar esse débito automático pra ele.
Após dizer isso, eu já arrumava minhas coisas, quando notei que ele colocou um papel ao lado do outro, inclinando para a estagiária, e falou baixinho: “onde foi que você viu que estavam diferentes?”
E a estagiária:
— Olha esta “perninha”, está diferente aqui e aqui.
É claro que eu ouviria, então não pude perder a deixa e pedi para ver o que tinha dado errado.
O gerente quis amenizar, falando:
— Na verdade, é apenas uma prevenção, pois tivemos problemas ultimamente com assinaturas falsas…
Olhei as assinaturas e:
— Então eu deveria ser um ótimo falsificador, pois estão idênticas, não é não?
Os dois fizeram cara de cú cagando. Ótima oportunidade para uma facada no coração da estagiária, que roubou mais de uma hora da minha vida. Tirando da carteira o cartão de visita da empresa onde trabalho, entreguei a ela e sugeri:
— Guarde este cartão. Vi que você é extremamente exigente e se apega aos detalhes mínimos. Se continuar assim, talvez você não dure aqui no banco, pois trabalha diretamente com os clientes apressados, como eu, mas no meu departamento de fraudes de atestados médicos você pode ter futuro.

:: Ouvindo “Fortress Europe – Asian Dub Fundation” ::

Grrrrrrr!¡!

Junho 8,2008

Eita ferro, ainda bem que o final de semana chegou. Esta semana foi tanta bucha que mais um pouco eu mandava todo mundo pra putaqueopariu e me mudava pro Camboja.
Só depois de muito vinho e um bom blues é que consegui parar de ranger os dentes e dormir sossegado.
Mesmo sendo uma semana trash, foi beeeem agitada também: Show do Marcelo D2, balada no Porto Alcobaça, show do Bicho de Pé e Rastapé lá no Canto da Ema e daqui a pouco boliche com o pessoal.
Pena que acaba tão rápido!
Blagh.

::Ouvindo “People=Shit – Slipknot” ::

- “É pra imprimir?” Um supervisor perguntando o que fazer com a revisão da advertência que foi enviada. Dá vontade de responder : o que você acha??? Ou ainda: não, imagina, eu gosto mesmo de trabalhar à toa! Eu, hein.
- “Aconteceu alguma coisa?” Uma pessoa sem noção pergunta pra amiga que tava chorando horrores, no meio da rua… Não, ela tem mesmo esse hábito de ficar chorando na frente de passantes…
- “Tá com pressa?” Fulana sem noção falando com um amigo meu que estava a fim dela. Ele tinha perguntado quando eles iam sair… Afe! Ele pensou em dizer que não, que podia pegar a senha e esperar, mas preferiu sair de perto sem dizer nada.
- “É que perdi seu telefone…” Hahaha, então porque não pediu pra nossa amiga em comum, idiota???
- “Tava dormindo?” Essa foi a fulana que me ligou às 4:20h da manhã de uma 2a feira… essa nem merece resposta.

Ainda bem que hoje e sexta-feira. Ufa!

:: Ouvindo “Bodies – Drowning Pool” ::

Olá Mulher!

Junho 5,2008

Tudo bem, minha querida? Hoje vou conversar somente com você, que todo mês sangra todo mês para a alegria de seus respectivos e não morre.
Mas, o que é isso em seu rosto? Comeu algo preto? Não! Eca, que nojo!
Vá se olhar no espelho, por favor.
Está vendo vendo isso aí sobre seus lábios? Você tem bigode! Bleh!
Tire isso aí agora, é nojento, é feio!
Argh!

:: Ouvindo “Sangue de Bairro – Chico Science & Nação Zumbi” ::