Aaaah! Segunda-feira! =D

Agosto 10,2009

Finalmente ela chegou!
Nada como acordar de madrugada, tomar banho gelado por conta do chuveiro queimado, beber café requentado com gosto de bosta e coado na meia de mendigo, pegar busão lotado e  uma tiozinha tossir e pigarrear na sua orelha com aquele bafo matinal, brincar de tetris humano no metrô lotado amassando toda a camisa, ter como o único lugar vago na lotação o 1/4 de banco que a balofa metida a sexy deixou propositalmente pra te passar um xaveco, chegar atrasado na reunião, descobrir que um vírus na rede detonou o relatório que você demorou 1 mês pra fazer e iria apresentar hoje…
E nem chegou ao meio-dia ainda!
Aaaah… Eu adoro a segunda-feira!

:: Ouvindo “Vai toma no cú – Cris Nicolotti” ::

Uma amiga pediu para eu falar para ela o que era o amor. Devem existir zilhares de textos sobre este assunto. Gente que amou e falou bem, gente que amou e se fod.., gente que nem sequer teve uma amostra grátis do amor.
Resolvi mudar um pouco o conceito, só para ver a merda que ia dar.
Amor, antes de tudo, é a sobra da paixão. A paixão faz a gente ficar com cara de tchongo.
Depois que a enxurrada da paixão passa, sobra a essência do amor. E o amor nada mais é do que agir com a emoção. E quando você ama, você ofusca a razão, distanciando-se da pureza de Platão.
O amor entorpece a alma.
E o amor tem validade. Não é eterno (Vinícius de Moraes que o diga), e o que sobra é amizade, respeito e intimidade. E quanto mais você conhece a sua pessoa amada, mais o seu amor – que antes era paixão – transforma-se em amizade. E amizade é um sentimento que transcende qualquer outra forma de relacionamento entre duas pessoas. Alguns cientistas até dataram a validade do amor – 7 anos. É a deadline dos coraçõezinhos e das ações e reações químicas em seu corpo.
Acredito que o amor esgota. Meu primeiro amor deixou marcas que nunca irão sarar. Meu segundo, mais marcas, só que amenas. O terceiro, marquinhas. E isso não tem nada a ver com intensidade do relacionamento. Ambos foram relativamente extasiantes.
Um amor, para ser eterno, só precisa de duas coisinhas: ser platônico, para sempre viver a paixão no imáginário perfeito e ser cultuado. Fora disso, a razão vai imperar, cedo ou tarde.
:: Ouvindo “Leve com você – Natiruts” ::

Uma amiga pediu para eu falar para ela o que era o amor. Devem existir zilhares de textos sobre este assunto. Gente que amou e falou bem, gente que amou e se fod.., gente que nem sequer teve uma amostra grátis do amor.
Resolvi mudar um pouco o conceito, só para ver a merda que ia dar.
Amor, antes de tudo, é a sobra da paixão. A paixão faz a gente ficar com cara de tchongo.
Depois que a enxurrada da paixão passa, sobra a essência do amor. E o amor nada mais é do que agir com a emoção. E quando você ama, você ofusca a razão, distanciando-se da pureza de Platão.
O amor entorpece a alma.
E o amor tem validade. Não é eterno (Vinícius de Moraes que o diga), e o que sobra é amizade, respeito e intimidade. E quanto mais você conhece a sua pessoa amada, mais o seu amor – que antes era paixão – transforma-se em amizade. E amizade é um sentimento que transcende qualquer outra forma de relacionamento entre duas pessoas. Alguns cientistas até dataram a validade do amor – 7 anos. É a deadline dos coraçõezinhos e das ações e reações químicas em seu corpo.
Acredito que o amor esgota. Meu primeiro amor deixou marcas que nunca irão sarar. Meu segundo, mais marcas, só que amenas. O terceiro, marquinhas. E isso não tem nada a ver com intensidade do relacionamento. Ambos foram relativamente extasiantes.
Um amor, para ser eterno, só precisa de duas coisinhas: ser platônico, para sempre viver a paixão no imáginário perfeito e ser cultuado. Fora disso, a razão vai imperar, cedo ou tarde.

:: Ouvindo “Leve com você – Natiruts” ::

Keep “Moon”Walking

Agosto 8,2009

keep-moonwalking-jb2
Falem o que quiser… O cara era foda.
Revolucionou a música, a dança, os vídeoclipes e criou um estilo que e será copiado pra sempre.
Também é o único negão que conheço que ficou branco.
Se foi um “Lobo Mal” comedor de criancinhas não sei. Só sei que o “Moonwalk” é uma das coreografias mais show de bola que já vi.
Um pouco tardia, mas fica aqui a homenagem.
E por falar em homenagem, dê uma olhada aqui.
Engraçada, diferente, única. Como ele.

:: Ouvindo “Billie Jean – Michael Jackson” ::

Recebi um telefonema no começo da semana passada. Do outro lado da linha minha tia me convidava para o aniversário de 50 anos de casada dela.
Nada de empolgante, mas depois de contar rápido no dedos os meses que não a via bateu uma pontinha de dever a ser feito.
É minha madrinha, talz, mas Assis é longe pra porra! E pior: Não tem quase nada pra fazer.
Depois de um papo rápido e sabendo que a família em peso iria para lá, resolvi partir na sexta a noite.
Viagem tranquila, 6 horas de estrada.
Na noite seguinte descobriria que ia valer a pena ter ido.
A festa rolou até as 22h do sábado. Depois disto só restaria dar uma volta na avenida principal e ver o que acontecia na cidade.
Em uma rotatória, uma morena dava sinal de farol anciosa para entrar na via. Parei e dei um toque cedendo. Sorrisos trocados, ela segue na minha frente.
Segui atrás por algumas quadras e lá na frente, onde a avenida começa a subir, o semáforo ia fechando.
Resumo: A mina bateu no meu carro.
Pra falar a verdade só encostou. Tava no farol e o carro dela desceu um pouco na ladeira. Mulher dirigindo já viu, né?!
PAUSE ||:
Não é machismo, mas porque quase toda mulher que dirige tem tanta dificuldade em ladeira?
PLAY >:
A mina (top!) saiu tremendo e pedindo desculpas. Muito gata mesmo! Na hora era impossível não analisar a “funilaria” da motorista e até esqueci a cagada que ela tinha feito.
Após uns 30 seg de explicações e desculpas, lancei um “…Bom, pelo menos vou conseguir seu telefone com isso…“.
Ela parou, pensou uns 3 seg e lançou uma sorriso show de bola.
Resumo da ópera?
Saimos, conversamos, bebemos, e dormi na casa dela. Os detalhes o tio não vai conta, porque tem criança lendo.
Hehehe

Ai, ai… Se toda batida de carro fosse assim, eu já estaria amarrado!

:: Ouvindo “Boom Boom Pow – Black Eyed Peas” ::

Se você chupa Halls preto e toma fanta uva, você arrota mortadela…

:: Ouvindo “Desabafo – Marcelo D2” ::

O saco do travesti

Agosto 5,2009

Aconteceu hoje, voltando do almoço.
Estava de carona com um amigo aqui da empresa e passávamos por São Bernardo. Eu estava no banco de trás conversando com o Pedro. O carro parou num semáforo e eu, distraído, olhei para o lado.
Não entendi de imediato o que estava vendo.
Era uma bunda, sem dúvida nenhuma, semicoberta por uma microssaia. Só que ao final da caneleta central, ao contrário do que se poderia esperar de uma bunda tão feminina e delicada, havia um saco.
Sim, um saco!
Tratava-se de um travesti que, debruçado sobre a janela do carro vizinho, deixava na minha cara aquela visão horrenda. E ainda bem que havia um vidro entre nós.
Levei um susto, olhei depressa para o lado, mas já era tarde: surgia mais um trauma.
O Big Mac tá revirando até agora no estômago.
Blagh!

:: Ouvindo “Garrafada do Norte – Bezerra da Silva” ::

Por que é que…

Agosto 5,2009

…ultimamente todo mundo sempre que me vê diz:

“Tá vivo!”

:: Ouvindo “I Know You Want Me (Calle Ocho) – Pitbull” ::

Cof, cof, cof…
Calma gente, não é gripe suína não.  É poeira mesmo. Muuuita poeira.
Faz tempo ein?! A quase 1 ano estou esboçando um retorno aqui.
Pra falar a verdade nunca me afastei.
Sempre visitava e flertava com a tela em branco. O medo de tornar público algumas coisas me freava.
Era para estar morto.
É isso mesmo que acabou de ler. Mortinho da Silva, gelado, com flores amarelas sobre mim e a 7 palmos do chão.
Este foi o motivo. Mas felizmente foi resolvido com o tratamento.
Talvez um dia eu coloque aqui a história toda.
Depois de muito refletir, estava de mãos dadas com o destino que acabara de gargalhar, ao me ver perdido em desatinos: “É negrim, seu destino é a solidão.”
É… Doença, meia dúzia de relacionamentos, finais bruscos e terríveis. Com certeza eu era o problema, e disso não tive dúvidas.
Me resguardei. Resolvi ficar triste e escrever poesias ao invés de postar o cotidiano.
Poeta triste é sensacional, já dizia meu mestre Júlio: “Entristeça, mesmo que de mentirinha. Aí você vai ver o que é escrever uma poesia com a alma e o sofrimento digno de um amor ingrato!”
Estava em uma época de poucos amigos. Trabalho estável e lucrativo. Mercado novo, reuniões e comprometimentos. Universidade finalmente engrenada em um curso delicioso e fluente. Mas poucos amigos. Conhecidos e convenientes muitos, isso não tem como escapar. Porque de trabalho, estudos e vizinhanças convivendo de aparências, sempre.
A alguns meses decidi voltar a escrever. Escrever valendo, colocar em palavras as minhas angústias, solidões, medos e passados. Antes eu escrevia para meu computador. Depois de um tempo, tentava voltar ao blog.
Ah, lembro que era uma delícia escrever neste espaço! Antigamente somente alguns amigos o liam, coisa bem íntima e pessoal. Contava muito da minha vida. Eram contos tristes, alegres, descontraídos, perdidos em pensamentos.
Apenas a vida pedindo socorro.
A cada dia, eu me perdia aqui em controvérsias e desatinos da minha incompatibilidade vivencial. E assim me arrastei por longos meses. Problema que a coisa começou a ter audiência inesperada. Pessoal da universidade, amigos que há tempos não via, familiares. Todos meus familiares! Conheceram muito de mim por ali. E isso minou minha intimidade com o blog.
Mas uma coisa eu digo: este blog me salvou.
Reler, dar sentido, expressar, reconhecer e ser reconhecido.
Isso não pode parar. Nem deve.
Escrevi muita coisa neste meio tempo e chegou a hora (até passou!) de posta-los aqui.
Tô mais cheio de novidade que penteadeira de puta.
Preparem-se. A poeira foi sacudida.
O bom filho a casa torna.

:: Ouvindo – “Sutilmente – Skank” ::

Que os jogos terminem

Setembro 4,2008

Olá galera!!!
Depois de um tempo sem dar as caras por aqui, volto com novas situações “In vitro” que só aqui você encontra. =P
No meu último post eu comentei com o Carlos que iria escrever algo sobre a olimpíada. Estava inspirado! Todo aquele espírito esportivo, aquelas pontuações que ninguém entendia porque, as vitórias pé-no-saco do Phelps, os olhos inchados e remelentos pela manhã do pessoal no trabalho que varou a madrugada na esperança de ver o Brasil conseguir uma medalha, e por aí vai.
Eu sabia que não iriamos conseguir tantas medalhas, mas não pensei que seriam tão poucas!!!
Talvez no judô ou quem sabe daquelas rãs de um metro e meio da ginástica olímpica… Mas o vôlei de praia deu raiva. Melhor nem comentar.. Ou melhor, vou comentar/perguntar uma coisa só: Pra que tem aquela finalização na ginástica olímpica? Alguém sabe?
Não vejo nexo nenhum pra depois do cara rodopiar umas trocentas vezes no ar, parar, levantar os braços, virar e dar um sorrisinho!? (Mesmo depois daquele salto triplo “bundado” do Hipólito, rs)
Vou tentar propor que nas próximas olimpíadas aquela finalização esteja em todas modalidades… Seria engraçadíssimo! Já pensou a cada ponto marcado no vôlei todos fazendo aquilo? Ou no judô? Baseball? Iatismo? Natação? Affff… Trevas!
E já que vai esculhambar logo a coisa toda, por que não novas modalidades? Tipo, arremesso de amendoim japonês, corrida de costas, luta na lama? Ahm? O que acham?

Terapia de casal

Agosto 18,2008

::Ouvindo “Tá perdoado – Maria Rita” ::