Ô tédio…
Julho 1,2008
Eis que eu me encontrava numa nova crise de tédio… o que tem acontecido com freqüência ultimamente. Não vou nem dizer que não tinha o que fazer… tenho dois livros começados, um projeto pra analisar que trouxe de dever de casa, grafite inacabado na parede do meu quarto… mas a vontade pra fazer qualquer coisa era zero. Fui então conversar com meu amigo Google, que sempre me inspira nessas horas. Achei uma página com várias citações sobre o tédio. A que achei mais interessante foi essa:
“O tédio é uma das coisas mais importantes na vida humana. Somente o homem é capaz de tédio; nenhum outro animal é capaz de ficar entediado. O tédio existe somente quando a mente começa a chegar cada vez mais e mais perto da iluminação. O tédio é simplesmente o pólo oposto da iluminação. Os animais não podem tornar-se iluminados, por isso eles não podem tornar-se entediados tampouco. O tédio simplesmente mostra que você está se tornando ciente da futilidade da vida, da constante roda repetitiva. Você já fez todas aquelas coisas antes e nada acontece. Você esteve dentro de todas aquelas viagens antes e não deu em nada. O tédio é a primeira indicação de que uma grande compreensão está surgindo em você, sobre a futilidade, a insignificância, da vida e de seus caminhos.
Ora, você pode responder ao tédio de duas maneiras. Uma é o que é feito comumente: fugir dele, o evitar, não olhar olho no olho dentro dele, não afrontá-lo. Mantenha-o às suas costas; e fuja; fuja para dentro das coisas que possam ocupá-lo, que podem tornar-se obsessões que o mantenha tão afastado das realidades da vida, que você jamais vê o tédio surgir novamente. Eis porque as pessoas inventaram o álcool, as drogas. São meios de fugir do tédio. Mas você não pode realmente fugir; você pode somente evitar por um tempo. Nova e novamente, o tédio virá, e nova e novamente ele será cada vez mais e mais ruidoso. Você pode fugir no sexo, comendo muito, na música em mil um uma espécies de coisas você pode fugir. Mas nova e novamente o tédio surgirá. Ele não é algo que possa ser evitado: ele faz parte do crescimento humano. Tem de ser encarado. A outra resposta é encará-lo, meditar nele, ficar com ele, ser ele. Eis o que Buda estava fazendo debaixo da árvore Bodhi! Eis o que todo o povo do Zen esteve fazendo através das eras. (Osho)”
Então tá. Vou deixar pela metade dos DVD’s que alugue agorinha, e abraçar o dito cujo.
Tédio, pode vir quente que eu tô fervendo!
:: Ouvindo “Roda viva – Fernanda Porto e Chico Buarque” ::
Não me fale em tédio, tampouco em falta de namorado (relativo ao post anterior). Temas mais irritantes, viu PH!!! Tá, tudo bem que eu tô master chata hoje, mas pq vc me lembra que eu não tenho ninguém pra me aquecer??? Hunf…
sem tedio
devia vir me ver
hunf
PH: Olha que eu vou, ein?! rsrsrs